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Espresso Legaltech A sueca Legora, de Estocolmo, capta Série E de US$ 550 milhões e atinge valuation de US$ 8,8 bilhões, um mês depois de a rival Harvey anunciar captação do mesmo valor. → IA O laboratório Flapping Airplanes levanta US$ 1 bilhão em Série A, com valuation de US$ 6 bilhões, nove meses depois de uma rodada seed de US$ 180 milhões. → Varejo O plano de recuperação extrajudicial do GPA, dono do Pão de Açúcar, entrou em vigor após a publicação da sentença que o homologou, e as lojas seguem funcionando. →
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UBS estuda trocar a Suíça por outro país, diz WSJ
 O UBS avalia trocar a Suíça, onde tem sede, por outro país da Europa ou pelos Estados Unidos, por meio de uma aquisição de bancos locais. A informação é do Wall Street Journal, que cita fontes a par do assunto, e o banco ainda não confirmou o movimento. O motivo seria uma mudança regulatória em debate no parlamento suíço, que exigiria bem mais capital dos bancos considerados grandes demais para quebrar. Depois da crise do Credit Suisse, incorporado pelo UBS com apoio financeiro do governo, os parlamentares querem capital adicional como garantia das operações no exterior. Pelas estimativas do próprio UBS, as mudanças custariam cerca de US$ 16 bilhões. As opções na mesa, segundo o jornal, são comprar uma instituição com sede nos EUA e mudar as operações para lá, fundir-se com um concorrente europeu ou vender o negócio a um grande banco americano. O UBS já teria sido procurado por bancos americanos, mas não há conversas ativas. Há ainda a possibilidade de o discurso ser só um blefe para fazer os legisladores mudarem os planos. O peso para a Suíça é grande: o banco tem US$ 1,7 trilhão em ativos, e o país responde por um terço da receita.
A regra de capital de um país pode decidir onde fica sediado um banco de US$ 1,7 trilhão.
Fonte: Brazil Journal
Ouvido no balcão Estamos assistindo a um jogo de resistência. Quem vai ceder primeiro? Stefan Legge, professor da Universidade de St. Gallen, ao Wall Street Journal |
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Associação de restaurantes vai à Justiça contra a compra intermediada da Keeta
 A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) entrou com ação civil pública no Tribunal de Justiça de São Paulo contra a Keeta, para barrar a prática chamada de compra intermediada. Segundo o NeoFeed, o pedido é de suspensão imediata e multa diária de R$ 10 mil por restaurante listado de forma indevida. Na prática, a Keeta coloca no aplicativo páginas de restaurantes sem contrato, com cardápios copiados, e faz a compra como se fosse o consumidor final. O motoboy da plataforma entrega o pedido ao cliente. Nem o iFood, líder do mercado, nem a chinesa 99Food, que chegou ao Brasil no ano passado, adotam o modelo. Erik Momo, presidente do conselho da ANR, diz que o restaurante tem o direito de escolher em qual plataforma quer trabalhar e que copiar cardápios sem autorização é contrabandear o negócio. Para ele, o problema fica mais evidente quando há falha no serviço, já que o restaurante não controla as vendas e pode ser responsabilizado por problemas de entrega. A Keeta defende o modelo como forma de ampliar o acesso a restaurantes não integrados e diz que os consumidores são informados sobre a natureza do serviço. Giraffas e Pizza Hut também foram à Justiça, mas não tiveram êxito. A associação tentou um acordo antes, sem resultado.
A decisão da Justiça pode definir se um aplicativo de delivery vende de restaurantes que nunca o contrataram.
Fonte: NeoFeed
A dose exata A ANR pede multa diária de R$ 10 mil por restaurante listado sem autorização, e Giraffas e Pizza Hut, que já tentaram barrar a prática na Justiça, não conseguiram. |
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Airbnb limita tarefas de checkout e hóspede deixa de tirar a roupa de cama
 O Airbnb vai proibir que anfitriões exijam dos hóspedes tarefas antes do checkout, como tirar a roupa de cama, lavar e guardar a louça, ligar a máquina de lavar roupa ou retirar o lixo. A regra vale para reservas feitas a partir de 20 de novembro, segundo o TechCrunch. A mudança responde a anos de reclamação de clientes que já pagam taxa de limpeza e ainda recebem uma lista de afazeres, além de multas pesadas por não descartar o lixo. Nas redes sociais, muitos hóspedes questionavam por que deveriam limpar o imóvel depois de pagar pela faxina. Parte dos anfitriões não gostou. Nos fóruns da plataforma, alguns dizem que tarefas básicas são essenciais para manter a higiene e proteger o imóvel. Um deles escreveu que a regra aproxima o Airbnb de um modelo de hotel e que poderia retirar o anúncio depois de 12 anos na plataforma. Há exceções. Os anfitriões ainda podem pedir economia de água em períodos de seca ou o uso de lixeiras à prova de urso em áreas com risco de fauna silvestre.
Reservas feitas a partir de 20 de novembro livram o hóspede de tirar a cama, lavar a louça e levar o lixo.
Fonte: TechCrunch
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Mega-Sena, concurso 3.072: sorteio às 21h com prêmio estimado em R$ 200 milhões; apostas até as 20h. Esta semana · Desenrola 3.0: o governo prometeu uma chamada para instituições financeiras interessadas em vender carteiras de dívidas; ainda não é convocação para quem quer renegociar. Domingo · Eleição: gestores como BTG, Legacy e Absolute reduziram a exposição a risco e planejam voltar a investir a partir de segunda-feira.
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Pra viagem Confira no app a data em que sua reserva foi feita: se for a partir de 20 de novembro, a lista do anfitrião não pode exigir cama, louça, lavanderia nem lixo. O fio de hoje é o controle: quem guarda o voto na Meta, quem escreve a regra de capital do UBS, quem escolhe a plataforma do restaurante e quem faz a faxina no Airbnb. Em cada caso, a disputa é sobre quem pode dizer não. |
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