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Espresso Mega-Sena O concurso 3.071 não teve ganhadores e o próximo sorteio pode pagar até R$ 185 milhões. → MEIs Especialistas dizem que o perdão de dívidas de MEIs, aprovado por Senado e Câmara, alivia as contas, mas não resolve as causas do endividamento. → IA no trabalho Em pesquisa da Anthropic com 1.334 funcionários, a maioria disse que a IA fará ao menos 80% de suas tarefas até 2030. →
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Benchmark capta US$ 2 bilhões em dois fundos, mas mantém o ritmo de sempre
 Neste verão, a Benchmark anunciou US$ 2 bilhões em dois fundos, só a segunda vez em 31 anos de história que a gestora foge de um veículo bem menor. Entre eles está um fundo de crescimento de US$ 1,25 bilhão, que o sócio Peter Fenton descreve como uma expansão do mandato da casa. Fenton explicou que o fundo principal, de investimento inicial, ficou em US$ 500 milhões por 20 anos e apenas acompanhou a inflação, o que ele chamou de provável erro tático. Sobre a falta de um fundo de crescimento até aqui, disse que oportunidades que passaram pela firma teriam devolvido entre 10 e 1.000 vezes, mas o foco no estágio inicial limitava a atuação. Apesar do dinheiro maior, a rotina não mudou: cada sócio faz apenas duas ou três apostas novas por ano, e as reuniões de segunda-feira seguem sem pauta. Segundo Fenton, o trabalho com fundadores é um compromisso de 10 a 15 anos, lado a lado, e esse modelo não escala. A equipe também mudou. Dos quatro sócios entrevistados pelo TechCrunch três anos atrás, três já não estão na firma. Hoje são cinco sócios gerais, que não se mostraram preocupados com os indicadores econômicos negativos e viram muitos dos sinais de alerta como produto da histeria alimentada pelo X.
Mais capital na mesa não mudou o método: poucas apostas e muito tempo ao lado do fundador.
Fonte: TechCrunch
Ouvido no balcão We held the core fund at $500 million for 20 years, and it has just inflated to be consistent with the existing economy, which we hadn’t done and that was probably a tactical error on our part. Peter Fenton, sócio da Benchmark, no TechCrunch Disrupt (via TechCrunch) |
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Disney vai fazer ofertas a pelo menos 60 funcionários da Character.AI
 Depois de a Character.AI pedir falência no início desta semana, a Disney concordou em fazer ofertas de emprego a pelo menos 60 funcionários, a maior parte da equipe, com remuneração anual estimada em US$ 60 milhões. Os detalhes constam de um documento judicial visto pela Bloomberg. O mesmo documento diz que a “grande maioria” dos que receberam oferta aceitou. A startup já havia informado que a Disney concordara em comprar parte de seus ativos por US$ 20 milhões. Karandeep Anand, ex-CEO da Character.AI, tornou-se recentemente o primeiro diretor de tecnologia (CTO) da gigante do entretenimento. Há um porém: trata-se de uma proposta-âncora (“stalking horse bid”), ou seja, outra empresa ainda pode aparecer com uma oferta maior. Até lá, o desfecho do processo de falência segue aberto. Segundo o documento, apesar da base de usuários “grande e engajada”, a Character.AI ficou presa a custos altos e a possíveis responsabilidades judiciais e a questionamentos de reguladores. A empresa foi processada pela mãe de um adolescente de 14 anos que, segundo ela, ficou obcecado por um chatbot da plataforma antes de tirar a própria vida, e também enfrenta investigações de governos sobre segurança infantil.
Uma startup de chatbots com muitos usuários não sustentou os custos e as ações judiciais, e quem sai ganhando é a equipe contratada.
Fonte: TechCrunch
Dois lados da xícara ▲ Ganha Disney leva pelo menos 60 funcionários e parte dos ativos da startup, por US$ 20 milhões. | ▼ Perde Character.AI, em falência, perde a maior parte da equipe e segue com processos e investigações. |
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Rivian quer ser fornecedora de tecnologia e licenciar software e IA para outras marcas
 Em entrevista no TechCrunch Disrupt, o fundador e CEO RJ Scaringe deixou claro que a Rivian quer ser mais do que uma fabricante de carros elétricos. A empresa está bem mais verticalizada do que há alguns anos: tem modelos próprios de IA para o assistente do carro e monta, em parceria com a Uber, uma pilha de direção autônoma para carros de passeio e futuros robotáxis. Também desenvolve um processador próprio de 5 nm, com Arm e TSMC, e mantém uma joint venture de US$ 5,8 bilhões com o Grupo VW para arquitetura elétrica e software. Scaringe quer ampliar essa parceria para IA e autonomia e licenciar a tecnologia da Rivian a muitas marcas diferentes. O horizonte vai além da própria casa. Um programa de micromobilidade da empresa virou a startup Also, e a Mind Robotics, de robótica industrial, tem hoje 31% de participação da Rivian, que também é cliente em potencial. No palco, Scaringe anunciou Doug Field, ex-Ford, Apple e Tesla, como presidente da Mind Robotics. O autor do texto resume o rumo com a expressão “tech supplier”: ao fim da década, a Rivian não seria só uma fabricante de picapes e SUVs elétricos. Os robôs da Mind Robotics serviriam às fábricas da Rivian e seriam vendidos a outras empresas, e um robotáxi bem-sucedido com a Uber poderia abrir caminho para mais acordos.
A Rivian mira vender tecnologia a outras montadoras, não só carros.
Fonte: TechCrunch
A dose exata A Rivian já tem 31% da Mind Robotics, startup de robôs industriais da qual também é cliente em potencial. |
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No radar · a agenda de hoje Hoje · A Caixa paga o Bolsa Família a quem tem NIS de final 1. Amanhã · Recebem os beneficiários com NIS de final 2 (20/10). Domingo · Segundo turno das eleições, marcado para o dia 25.
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Pra viagem Abra o cartão do Bolsa Família, veja o último dígito do NIS e anote no calendário oficial o dia do pagamento de outubro. Uma gestora que mantém o passo com o dobro de caixa, uma startup que vira contratação e um piso que sobe para quem mais precisa: o dia pergunta o que realmente dá fôlego, o tamanho do dinheiro ou a gente que o usa. |
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