Ibovespa bate recorde de 209,6 mil pontos e dólar vai a R$ 4,99 após o 1º turno
O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, no domingo (4), virou o humor do mercado financeiro. Com Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por 47,03% a 45,16% dos votos válidos, investidores passaram a considerar mais provável uma troca de governo. Na segunda-feira (5), o Ibovespa bateu o recorde histórico por volta das 10h40, aos 209,6 mil pontos. Mais tarde, o índice operava em alta de 8,75%, aos 208,9 mil pontos. O dólar comercial seguiu o caminho oposto: caía 4,32%, cotado a R$ 4,99, depois de ter chegado mais cedo abaixo de R$ 4,95. Segundo o g1, as apostas também aumentaram em uma possível mudança na forma como o governo administra suas receitas e despesas. A Época Negócios descreveu o dia como de euforia nos mercados brasileiros, depois de um resultado do primeiro turno qualificado de inesperado. No Brazil Journal, o analista de petróleo e gás Vicente Falanga, do Bradesco BBI, colocou Petrobras, Cosan e Compass como suas ações favoritas diante da nova conjuntura política. A corrida presidencial segue até 25 de outubro, data citada pela Época Negócios, e o pregão de segunda mostra quanto o mercado já reprecificou em um único dia.
Bolsa em recorde e dólar abaixo de R$ 5 mexem com quem tem investimento, dívida ou compra em moeda estrangeira.
Fonte: Época Negócios
Dois lados da xícara ▲ Ganha Investidores em bolsa, com o Ibovespa em recorde de 209,6 mil pontos. | ▼ Perde Lula (PT), que ficou atrás de Flávio no 1º turno e viu o mercado apostar em troca. |
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Jornada de 40 horas entra em três sessões de debate no Senado
 O Senado Federal inicia nesta terça-feira (6) uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga. Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, hoje, quarta (7) e quinta-feira (8), sempre às 14h. As sessões fazem parte do rito obrigatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. A reportagem do g1 lista o que ainda falta para a proposta ser aprovada. Na avaliação do historiador e cientista político Luiz Felipe de Alencastro, professor da Sorbonne, em Paris, o projeto deve assumir papel decisivo na corrida presidencial até 25 de outubro, depois do resultado do primeiro turno. Para ele, segundo o título da Época Negócios, a proposta será derrotada no Senado, mas virará o último ativo eleitoral de Lula. A previsão é uma avaliação do historiador: as sessões desta semana são de discussão em plenário.
Nada muda na sua escala ainda: a PEC está em discussão no plenário, e um analista a vê como tema central da campanha.
Fonte: G1 Economia
O nível da xícara Jornada máxima semanal de trabalho, hoje e na PEC 221/2019. |
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