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Espresso Google O Google congelou seu programa de recompensas por bugs em código aberto após um aumento significativo de relatos gerados por IA. → TSE O presidente do TSE, Kássio Nunes Marques, disse que só 0,2% das urnas foram substituídas (1.121) e que não há indicativo concreto de interferência estrangeira. → Saúde Estudo com cães com defeito no gene CaBP4, publicado na Molecular Therapy Advances, aponta uma terapia gênica que pode restaurar a função de retinas adultas danificadas. →
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Força de Superinteligência reúne quatro autoridades dos EUA
 O presidente Donald Trump anunciou no domingo que nomearia quatro autoridades de alto escalão do governo para uma Força de Superinteligência, que coordenará a resposta do governo federal à inteligência artificial. A força-tarefa será liderada por Jay Clayton, Diretor de Inteligência Nacional; Andrew Ferguson, presidente da Comissão Federal de Comércio; Scott Kupor, diretor do Escritório de Gestão de Pessoal; e Emil Michael, subsecretário de Guerra para Pesquisa e Engenharia. O anúncio veio depois de pedidos de desaceleração da IA, segundo a Época Negócios, e o objetivo declarado é garantir que os Estados Unidos continuem a liderar na área. O TechCrunch descreve a nova força-tarefa como a mais recente resposta de Trump ao debate sobre segurança da IA. No programa Equity, o veículo discutiu as tentativas do governo de reposicionar a imagem da tecnologia, ao lado de um pacto de segurança sem caráter vinculante. A composição do grupo reúne áreas de inteligência, comércio, gestão de pessoal e defesa, o que mostra quantos braços do governo federal passam a ter assento na conversa sobre IA. Para quem trabalha com tecnologia, o que sair dessa coordenação tende a definir o tom da política americana para o setor.
Washington centraliza a resposta à IA numa força-tarefa de quatro nomes, em meio ao debate sobre desacelerar a tecnologia.
Fonte: Época Negócios
Ouvido no balcão para garantir que os Estados Unidos continuem a liderar Donald Trump, presidente dos EUA, sobre a Força de Superinteligência, segundo a Época Negócios |
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NASA quer reator nuclear lunar pronto até dezembro de 2030
 No final de agosto, a NASA solicitou a empresas contratadas que se preparassem para construir um reator nuclear capaz de suportar uma viagem espacial e operar sem manutenção nas proximidades do polo sul lunar. A agência quer o equipamento pronto para lançamento até dezembro de 2030. Há um motivo para a pressa, segundo a Época Negócios: a Rússia pretende ter um reator lunar em funcionamento até 2036, como parte de uma parceria sigilosa com a China. A reportagem informa que a NASA já acelerou seu cronograma, e o título resume a disputa entre Estados Unidos, Rússia e China pela instalação de reatores na Lua, com cientistas apontando riscos. A matéria é ilustrada com uma imagem da Lua feita por astronautas da missão Artemis II, em abril. A própria reportagem admite que a ideia pode parecer ficção científica. Os prazos citados, 2030 para o reator americano e 2036 para o russo, tratam o projeto como engenharia com data marcada. Para o leitor, a corrida mostra que energia nuclear fora da Terra entrou na pauta das três potências, com a ressalva dos riscos levantados pelos especialistas.
A disputa por energia na Lua já tem prazo, e os cientistas pedem atenção aos riscos.
Fonte: Época Negócios
A dose exata A meta russa é ter um reator lunar em funcionamento até 2036, enquanto a NASA quer o seu pronto para lançamento até dezembro de 2030. |
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Orçamento de 2027 tem R$ 9 de cada R$ 10 com destino
 Quem assumir a Presidência da República em 2027 terá pouco espaço no Orçamento para tirar novas promessas do papel. Dos R$ 2,826 trilhões previstos em despesas primárias, 90% estão comprometidos com aposentadorias, salários, benefícios sociais e outras despesas obrigatórias. Os números constam do Raio X do Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027 (PLOA), levantamento elaborado pela Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados (CONOF). Em termos práticos, de cada R$ 10 de despesa primária prevista, R$ 9 já têm destino, como resume o título da reportagem do g1. Sobra cerca de 10% do total para o que o próximo governo quiser decidir. Outra fila de pedidos já se forma. Segundo o g1, a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) propõe cinco políticas públicas ao próximo presidente, para gargalos que vão do financiamento rural e dos eventos climáticos extremos à infraestrutura, à dependência de insumos importados e à abertura de mercados no exterior. Somadas, as duas leituras mostram um governo que herda uma lista longa de demandas e uma margem curta para atendê-las. Os especialistas ouvidos pelo g1 dizem que os problemas do agro não cabem em um mandato de quatro anos.
Quase todo o Orçamento de 2027 já está carimbado, e qualquer promessa nova disputa os 10% restantes.
Fonte: G1 Economia
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Reação dos mercados brasileiros à liderança de Flávio Bolsonaro, depois da alta do EWZ e do ETF Nomura em Tóquio. Hoje · Representação do Ministério Público Eleitoral ao TSE pede, em caráter liminar, que a Meta barre no WhatsApp um vídeo falso sobre as urnas. Hoje · Primeiros desdobramentos da Força de Superinteligência, com Jay Clayton, Andrew Ferguson, Scott Kupor e Emil Michael à frente.
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Pra viagem Some hoje as despesas fixas do seu mês (aluguel, parcelas, assinaturas) e compare com a sua renda para ver quanto sobra livre, como no Orçamento federal com 90% já comprometido. Todas as notícias de hoje têm um relógio andando: o do segundo turno, o do próximo Orçamento e o da corrida por reatores. Resta saber quem estará pronto quando ele tocar. |
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