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Espresso Varejo A Huawei inaugurou neste sábado (3) sua primeira loja autorizada definitiva em São Paulo, no Shopping Center Norte, para disputar o mercado premium de smartphones no Brasil. → Saúde Eli Lilly e Novo Nordisk desenvolvem remédios baseados em amilina para complementar os GLP-1 contra a obesidade ou atender quem não responde bem a eles. → Loterias A Mega-Sena 3066 não teve ganhadores e o prêmio acumulou, com o próximo sorteio podendo pagar R$ 92 milhões. →
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Ex-segurança da OpenAI publica na The Atlantic crítica à cultura de velocidade das empresas de IA
 Um ex-funcionário da área de segurança da OpenAI, empresa que criou o ChatGPT, criticou a forma como a companhia lida com a segurança da inteligência artificial. David Robinson, que deixou a empresa recentemente, publicou um artigo neste sábado (3) na revista americana The Atlantic. Na avaliação dele, a cultura de desenvolvimento acelerado aumenta o risco de falhas. Robinson afirmou que as empresas de IA, incluindo a própria OpenAI, não estão sendo nem de perto cuidadosas o suficiente. A crítica vem de quem trabalhou dentro da área responsável por segurança, e não de um observador externo, o que dá ao texto o peso de quem acompanhou a rotina de desenvolvimento por dentro. O alvo não é só uma empresa: Robinson inclui o setor inteiro na avaliação. Para quem contrata ou integra ferramentas de IA no negócio, a crítica serve de argumento para perguntar ao fornecedor como ele trata o risco de falhas antes de ampliar o uso.
Antes de ampliar o uso de IA no negócio, vale cobrar do fornecedor como ele trata o risco de falhas.
Fonte: G1 Economia
Ouvido no balcão nem de perto cuidadosas o suficiente David Robinson, ex-funcionário da área de segurança da OpenAI, em artigo na revista The Atlantic |
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Pesquisa da UFRJ mapeia 2.326 anúncios eleitorais na Meta no primeiro mês de campanha
 O NetLab, laboratório de pesquisa em internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), analisou 2.326 anúncios relacionados ao processo eleitoral veiculados na Meta durante o primeiro mês da campanha. Desse total, 1.586 atacavam instituições ou levantavam suspeitas sobre a condução, a fiscalização, o julgamento ou a garantia das eleições. O levantamento identificou ainda conteúdos que colocavam em dúvida a segurança das urnas eletrônicas. Também apareceram peças publicadas por candidatos sem a devida classificação como propaganda político-eleitoral, um ponto que toca diretamente as regras de transparência da publicidade paga. O estudo é um retrato do que circulou como anúncio, e não apenas como post orgânico: são peças pagas, com alcance contratado dentro da plataforma. Para anunciantes e agências, o dado mostra o ambiente em que a marca disputa atenção no feed em semana de eleição, com a publicidade política ocupando o mesmo espaço do leilão de anúncios.
Em semana de eleição, o feed pago divide espaço com publicidade política, e o anunciante precisa saber em que ambiente aparece.
Fonte: Época Negócios
A dose exata Dos 2.326 anúncios eleitorais analisados pelo NetLab, 68,1% atacavam instituições ou levantavam suspeitas sobre o pleito. |
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TSE reforça com os mesários a regra dos óculos inteligentes na cabine de votação
 O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas-Boas Cueva, encaminhou na quinta-feira (1) um ofício a todos os tribunais regionais eleitorais do país. O documento pede que reforcem a orientação aos mesários sobre a proibição de aparelhos eletrônicos que permitam a gravação do voto dentro da cabine, como os óculos inteligentes. O reforço aconteceu depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu alertas dos próprios tribunais regionais e de outras instituições. A preocupação era com o uso de vestimentas que permitam gravar o momento do voto, categoria em que entram os óculos inteligentes, como os da Meta. A regra já existia, e o ofício serve para que os mesários saibam o que fazer diante de um eleitor com o equipamento. Para quem usa óculos com câmera no dia a dia, o aviso é prático: a tecnologia que virou acessório de rotina tem uso vedado justamente na cabine, onde o sigilo do voto é protegido.
Óculos com câmera ficam de fora da cabine de votação, e os mesários foram orientados a cobrar.
Fonte: Época Negócios
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Dia de votação: o resultado define quem assume a economia de 2027 a 2030, com juros altos e dívida de 82,9% do PIB na mesa. Hoje · Proibição de óculos inteligentes e aparelhos que gravem o voto vale dentro da cabine, e os mesários foram orientados a reforçar a regra. Hoje · 4 de outubro também é o Dia Nacional do Pastel, que coincide com o dia da eleição.
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Pra viagem Deixe em casa os óculos inteligentes e qualquer aparelho que grave antes de ir à cabine de votação hoje. O voto de hoje encerra uma escolha, mas a conta de juros, dívida e reservas continua aberta para quem assume em 2027. Bom dia para ler devagar e decidir sem pressa. |
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